Michael Pereira de Lira, Economista do Setor Público
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Michael Pereira de Lira

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Brasileiro, casado com uma linda mulher e pai de um filho que dá orgulho, Economista e com Curso de Direito pela UNAMA/PA; Mestrado em Finanças em 1990; MBA em Gestão Financeira, Auditoria e Controladoria pela FGV em 2010; Consultor Empresarial em Planejamento e Gestão; Analista Econômico e Palestrante. SITE: http://www.michaellirapage.no.comunidades.net

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Michael Pereira de Lira, Economista do Setor Público
Michael Pereira de Lira
Comentário · mês passado
Vivemos num tempo em que, em nome da liberdade (que para mim é libertinagem), da modernidade, da exposição da figura da mulher, até em propaganda de papel A4, está fomentando a mente dos desequilibrados, doentes e machistas.

Vivemos num país que é visto por ter belas mulheres. Nas Olimpíadas no Rio não faltaram reportagens feitas pela telinha do "plim-plim" indagando às meninas se estavam tendo dificuldades em se comunicar com os estrangeiros, que respondiam rindo que conseguiam ser entendidos, mesmo sem saber o idioma.

A mesma sociedade que faz apologia à nudez, com uma defesa ridícula de que o que é bonito tem que ser mostrado (já vi mães falando esta asneira de suas próprias filhas, talvez, por não ter pulso para censurar o tipo de roupas que vestem) é a mesma que sofre com as ações dos machistas de plantão.

O assédio, que embora nem sempre termine num atentado violento ao pudor e até ao estupro, é alimentado nas educações machistas que ainda sobrevivem. Flertar, paquerar, conquistar, mudou para um formato mais agressivo e sem justificativa. Estupro, então, é hediondo. Mas, precisamos também não apenas tratar o problema, mas, a raiz do mesmo.

Estamos perdendo valores. Família virou artigo descartável. Casamento? Agora é só "união estável", se não der certo, é mais fácil rescindir o contrato.

O problema não é simplesmente desvio de conduta, provocado, em alguns por distúrbio da mente ou personalidade. Não é apenas algo que começou hoje, mas vem sido alimentado, aos poucos, tornando-se, pelas notícias que vemos, insustentável.

Além de reprimir o problema, precisamos também tratar a raiz do mesmo. Se estou dizendo que as vítimas são culpadas? Claro que não (quem disser que eu disse isto processo por Injúria - Art.
140 do Código Penal). É o contexto que vivemos que está gerando esta onda de violência contra a mulher.

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